A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou nesta quinta-feira (2) que o governo federal prevê convocar mais 7 mil aprovados em concursos públicos para ocupar vagas no Executivo Federal em 2026. Desse total, estão incluídos mais de 3,6 mil candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU).
Segundo a Agência Brasil, Esther Dweck informou que candidatos excedentes em cadastro reserva de outros concursos também poderão ser chamados ao longo deste ano, conforme a necessidade de reposição e a disponibilidade de vagas. A ministra citou que as convocações podem ocorrer dentro das regras previstas para o período eleitoral.
“Todos os concursos homologados antes do defeso, os aprovados podem ser chamados durante o período eleitoral. O que você não pode é aprovar um concurso novo durante o período eleitoral”, explica.
Prioridades e convocações
De acordo com a Agência Brasil, entre as prioridades estão a carreira da Polícia Federal e outras carreiras oferecidas na primeira edição do CPNU. A ministra também mencionou os 1.860 convocados no mês de março, que foram chamados para ocupar tanto vagas originalmente previstas em edital quanto aquelas autorizadas posteriormente.
“A nossa expectativa é que este ano tenha uma entrada gigantesca de pessoas aprovadas em concursos já autorizados”, reforça Dweck.
Segundo a Agência Brasil, para candidatos convocados para cargos sem lotação definida, haverá uma etapa anterior à nomeação, com publicação de editais de lotação e um prazo até a posse. A medida prevê que o processo inclua um período para organização e deslocamento antes da nomeação.
“A gente está combinando com os órgãos que quando for publicar o edital de lotação vai ter um tempo antes do processo de nomeação, para as pessoas poderem ter um tempo de se organizarem familiarmente e poderem se deslocar para o local que vão trabalhar, esclareceu.�
Segundo Esther Dweck, novos concursos deverão ser homologados até o mês de junho, mas em número reduzido. “Semana que vem a gente vai fazer um balanço. Vou levar à Casa Civil e à Presidência [da República] para a gente bater o martelo e anunciar as novas autorizações”, diz a ministra, sem detalhar quais órgãos serão contemplados.















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