Incêndios florestais, alimentados por ventos fortes, devastaram diversas áreas da Grécia neste sábado (1º de agosto), inclusive perto de Atenas, com grandes operações de combate ao fogo e evacuações de emergência em andamento. Enquanto isso, as condições pioravam novamente em partes da Espanha e da França.
A Europa foi devastada por incêndios florestais durante o verão no continente (entre junho e setembro), após um período de sucessivas ondas de calor recordes e pouca chuva. Vilarejos na França e na Espanha foram destruídos e centenas de milhares de pessoas foram forçadas a fugir de suas casas e acomodações de férias.
Incêndios alimentados por ventos fortes irromperam por toda a Grécia, que até recentemente havia experimentado menos ondas de calor e uma temporada de incêndios relativamente tranquila.
Incêndios se espalham por outras partes da Europa
Uma onda de incêndios florestais assola diversos países europeus, afetando principalmente França, Espanha, Grécia e Reino Unido.
Na França, o fogo queimou com tamanha intensidade que gerou o que especialistas denominam de “tempestade de chamas”, um fenômeno considerado raro. Apesar da gravidade, os incêndios na região de Bordeaux foram controlados, e duas pessoas foram presas sob suspeita de terem iniciado as chamas.
Na Espanha, um incêndio na província de Zamorra, localizada próxima à fronteira com Portugal, forçou a evacuação de moradores de seis cidades da região. Outras mil pessoas receberam orientação para permanecer em suas casas, como medida de proteção contra a fumaça.
As autoridades alertaram que os próximos três dias serão especialmente críticos, devido às condições de vento forte e temperaturas elevadas, fatores que dificultam significativamente o combate ao fogo.
Na Grécia, centenas de turistas foram afetados pelas chamas na ilha de Creta, descrevendo a situação como um “pesadelo”. O país registrou ainda a morte de pelo menos três bombeiros durante o combate aos incêndios.
No Reino Unido, cerca de 70 bombeiros foram mobilizados para conter o fogo no condado de Suffolk, onde as chamas tiveram início e moradores foram retirados preventivamente de suas casas.
Além dos países já mencionados, existem focos de incêndio também na Itália, Alemanha, Bélgica, Áustria e no norte de Portugal, evidenciando a dimensão continental da crise. A multiplicidade de ocorrências simultâneas revela um cenário de extrema preocupação em toda a Europa.













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