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Zelensky diz ter conversado com Trump e Macron após a cúpula do G7

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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou na noite desta quarta-feira (17) que conversou com o presidente dos EUA, Donald Trump, e com o presidente francês, Emmanuel Macron, em uma “conversa de coordenação” ao final da cúpula do G7 em Evian.

“Esta foi uma importante conversa de coordenação que pode mudar muita coisa”, escreveu Zelensky no Telegram.

“Sou grato ao presidente Trump por sua atenção à Ucrânia e por sua disposição em ajudar a aproximar a paz. Sou grato a Emmanuel pela excelente organização da cúpula e pelo trabalho conjunto consistentemente forte”, disse.

Em uma publicação posterior no Telegram, Zelensky disse ter discutido os resultados da cúpula de Evian com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, em Bruxelas.

“O principal é trabalhar no fortalecimento de nossa defesa e na obtenção de licenças americanas para a produção de sistemas de defesa aérea”, escreveu Zelensky.

Ele agradeceu a Rutte pelo apoio e prometeu tornar a cúpula da Otan do próximo mês, em Ancara, “eficaz para a defesa da Ucrânia”.

Zelensky destacou a importância da reunião de quinta-feira (18) do grupo “Ramstein”, uma aliança de mais de 50 países que fornece ajuda financeira e militar a Kiev. Líderes da União Europeia também têm uma reunião agendada para quinta-feira.

O ministro da Defesa ucraniano, Mykhail Fedorov, afirmou na quarta-feira que Kiev busca um financiamento militar adicional de US$ 20 bilhões junto a seus aliados. Uma fonte da defesa ucraniana disse à Reuters na semana passada que a Ucrânia faria o pedido na reunião do grupo Ramstein.

Declaração conjunta

Os líderes do G7 declararam seu “apoio inabalável à Ucrânia”, incluindo um acordo para ampliar o envio de assistência em defesa aérea a Kiev e aumentar a pressão econômica sobre a Rússia — compromissos notáveis por terem recebido o aval do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A declaração dos líderes sobre questões geopolíticas, divulgada pelo Palácio do Eliseu, afirma que eles se comprometeram a reforçar as sanções contra a Rússia, “incluindo aquelas voltadas aos setores de petróleo e gás”.



Fonte: CNN Brasil, todos os direitos reservados

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