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“Paquetá e Raphinha não estão garantidos nas quartas”, dizem fontes

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Fontes da Seleção Brasileira confirmaram que “Paquetá e Raphinha não estão garantidos nas quartas de final”. Ambos os jogadores estão lesionados e seguem um rígido protocolo para o tratamento de lesão.

Na última segunda-feira (29), o meia Lucas Paquetá deixou a partida contra o Japão. A CBF confirmou uma lesão muscular na região posterior da coxa. Raphinha fez seu último jogo contra o Haiti, no dia 19 de junho, ainda pela fase de grupos.

Mais que cautela, a CBF adotou o silêncio como protocolo ao tratar de seus lesionados. O período de forte especulação sobre o regresso de Neymar aos campos serviu como parâmetro, assim, não haverá quaisquer divulgações oficiais sobre a evolução nos tratamentos. Os jogadores fazem sessões diárias de fisioterapia e exames médicos.

Caso elimine a Noruega pelas oitavas, o Brasil jogará a partida das quartas no dia 11 de julho. O jogo poderá acontecer sem o meia e o atacantes, jogadores que eram escolhidos como titulares pelo técnico Carlo Ancelotti.

Fim da Copa?

Segundo o doutor Ari Zekcer, ortopedista de joelho e médico esportivo, o tempo de recuperação de uma lesão grau 1, a mais leve por ser um estiramento muscular, é estimado em até dez dias. Raphinha, por exemplo, está lesionado há 12 dias. Ele não atuou nas partidas contra a Escócia e Japão.

Lesões mais graves podem significar o fim da Copa do Mundo para um atleta neste momento. De acordo com o médico, uma lesão de grau dois compromete de 5 a 50% do músculo e exigem de três a seis semanas para recuperação. Já a lesão de grau três é uma ruptura total da fibra muscular e demanda meses em tratamento.

Lesão que assombra a Seleção

O médico ouvido pela reportagem comenta que “Paquetá ele teve uma lesão muscular na região posterior da coxa esquerda. É uma lesão que ela acontece nos músculos por movimento de explosão. O jogador tá parado, ele sai correndo, dá uma uma movimentação rápida, brusca, e esse músculo ele faz uma contração muito rápida e muitas vezes ele acaba excedendo a capacidade de se alongar ou se contrair, e ele acaba rompendo uma parte ou fazendo uma contratura”.

O doutor Ari Zekcer explica que a mesma lesão atingiu outros jogadores da Seleção. “É a mesma lesão de vários jogadores de futebol profissional, ela é muito comum no futebol. O jogador Estêvão, que era o nosso ponta direita, que foi cortado por uma lesão grau quatro desse músculo, uma lesão muito importante, não ia dar tempo ele voltar pra Copa. O Militão era o nosso zagueiro que também teve a mesma lesão antes da Copa. E o Rafinha já teve essa lesão há dois meses atrás e sentiu de novo, não nesse jogo do Japão, um jogo antes. Então é um músculo que ele é comumente afetado porque o movimento do jogador de futebol é movimento de explosão, de sair correndo, e é onde acaba pegando essa musculatura que chama bíceps femoral”, explica.

O que diz a CBF?

O atleta Lucas Paquetá passou, nesta terça-feira, por exame de imagem que confirmou lesão muscular na região posterior da coxa esquerda. O jogador seguirá um protocolo de tratamento intensivo, acompanhado pela equipe médica da Seleção Brasileira, visando sua recuperação e retorno às atividades no menor tempo possível.”

Paquetá

Diante do momento difícil, Paquetá usou suas redes sociais para compartilhar uma mensagem de otimismo com seus seguidores. Em sua postagem, o jogador expressou: “Fé… eu já vivi disso antes”.



Fonte: CNN Brasil, todos os direitos reservados

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