O presidente do BC (Banco Central), Gabriel Galípolo, considera que o Brasil está em uma posição mais favorável para lidar com a volatilidade do preço do petróleo do que os demais países emergentes. O chefe da autoridade monetária participou na manhã desta segunda-feira (30) do J. Safra Macro Day, em São Paulo.
Segundo Galípolo, a vantagem se dá por dois motivos. O primeiro pelo fato de o Brasil exportar petróleo e, o segundo, pela política contracionista dar margem para absorver choques.
Apesar disso, o presidente do BC considera que a volatidade do preço do petróleo no cenário internacional deve resultar em um aumento da inflação e uma desaceleração no crescimento da economia brasileira em 2026.
No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central elevou para 3,9% a projeção de inflação para 2026.













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