A Kia Tasman, nova picape média da marca sul-coreana, será lançada no Brasil em 17 de agosto. A data oficial foi cravada pelo representante da Kia no Brasil, José Luiz Gandini.�
Apesar da situação instável da marca no Brasil, o executivo confirmou o lançamento da picape. Ela foi apresentada no Brasil pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2025.�
A Kia Tasman é um dos muitos produtos prometidos pela marca durante a mostra automotiva. Segundo Gandini, caso ele siga como o importador oficial da marca, o cronograma será mantido para todos os produtos.�
O carro é uma picape de porte médio com 5,41 metros de comprimento, 1,93 m de largura e uma distância entre os eixos de 3,27 m.�

Ainda sem confirmação oficial do conjunto, ela deve chegar com motor 2.2 turbodiesel de 210 cv e 45 kgfm.�
A Kia Tasman já foi flagrada em testes no Brasil, em maio, pela página BFMS. Na ocasião, ela estava sem qualquer tipo de camuflagem.�
Nas capacidades, ela supera, no Brasil, algumas das principais rivais no topo do ranking. Enquanto a Tasman tem capacidade de carga de até 1.195 kg, Hilux, S-10 e Ranger ficam abaixo da nova concorrente. No reboque, a Kia Tasman pode puxar 3,5 toneladas.
Por dentro, a picape também não dispensa o uso de tecnologias e segurança. São duas telas panorâmicas de 12,3 polegadas para controles do motorista e opções de entretenimento.�
A Kia Tasman também oferece, opcionalmente, um sistema de som com assinatura da Harman Kardon, com oito alto-falantes.�

Como está a Kia no Brasil?�
A reportagem da CNN Brasil conversou com Gandini e o executivo esclareceu a situação da empresa no mercado brasileiro. A matriz da Kia pode assumir a operação e tirar o importador da jogada.�
Em entrevista exclusiva à CNN, o executivo explicou que a fabricante sul-coreana mantém conversas relacionadas a um antigo passivo fiscal envolvendo a Asia Motors, empresa que foi incorporada pela Kia e que, posteriormente, passou ao controle da Hyundai.
Segundo Gandini, representantes da Kia Corporation já vieram ao Brasil para tratar do assunto. A expectativa é que um acordo permita destravar um projeto de industrialização da marca no país, desejo antigo da fabricante.
O fim da parceria também depende se a matriz vai assumir a operação, algo que ainda está indefinido. Questionado sobre o assunto, Gandini afirmou que, neste momento, não houve mudança em sua posição. “Hoje eu continuo sendo o distribuidor da Kia no Brasil”, afirmou.�













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