No quarto filme da saga “Indiana Jones“, intitulado “Reino de Caveira de Cristal“, o protagonista é sequestrado por agentes soviéticos para encontrar as caveiras de cristal de Akator, artefatos amazônicos com poderes sobrenaturais.
Lançado em 2008, 19 anos depois do último filme, o longa contou com a expectativa dos fãs pelo retorno de Harrison Ford ao papel principal, mas o resultado não parece ter sido tão satisfatório. Com um desfecho incomum, o longa deixou parte dos espectadores frustrados, complicando o futuro do arqueólogo. As polêmicas, no entanto, vão além da bilheteria.
Alienígenas na trama?
George Lucas e Steven Spielberg tinham contrato com a Paramount para cinco filmes da franquia desde a década de 1970. Após o terceiro filme, de 1989, Lucas se afastou do projeto nos cinemas e preferiu investir na série de TV “O Jovem Indiana Jones”, que tinha Sean Patrick Flanery como protagonista.
A vontade de voltar aos cinemas surgiu apenas na década de 1990, quando Ford fez uma participação no seriado e Lucas percebeu que seria interessante contar uma história com Jones estando mais velho. Assim, nasceu a ideia inicial do que se tornaria o quarto longa da franquia: uma produção situada na década de 50 e com alienígenas como parte da trama.
Spielberg e Ford, no entanto, não concordavam com a parte dos alienígenas. Com a insistência ao longo do tempo, George Lucas deixou o projeto em segundo plano para atuar nos episódios I, II e III de “Star Wars”, voltando quase 20 anos depois para realizar a produção – convencendo os colegas a deixar os alienígenas na trama.
Recepção do público
Embora tenha conseguido pouco mais de quatro vezes o orçamento em lucro de bilheteria, o quarto filme não foi considerado um sucesso, principalmente pela recepção negativa do público. O exagero de efeitos visuais, o filho de Indy (interpretado por Shia LaBeouf) e a vilã Irina Spalko (Cate Blanchett), que desejava “saber de tudo”, decepcionaram parte dos fãs e criaram um problema pra sequência da saga.
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