O turista argentino identificado como Alejandro Aisworth, de 54 anos, que foi encontrado morto no Rio de Janeiro na ultima quinta-feira (11), saiu de uma boate em Copacabana, na Zona Sul, pouco antes de desaparecer.
Segundo apuração da CNN, a investigação confirmou que ele saiu acompanhado de um homem na madrugada de domingo (7) para segunda-feira (8). Este seria o último momento que ele foi visto com vida.
O corpo do argentino foi encontrado na tarde da última quinta-feira (11), sem sinais aparentes de violência. Os investigadores trabalham com a hipótese de que ele tenha sido vítima do golpe conhecido como “Boa Noite, Cinderela”.
Após suspeita levantada pela família do argentino, a polícia também apurou que houve diversas movimentações suspeitas na conta bancária de Alejandro. Entretanto, os valores ainda não foram confirmados.
Segundo a corporação, as investigações estão avançando, porém, outras informações não serão repassadas no momento para não comprometer o andamento do caso.
Entenda o caso
O turista foi dado como desparecido na noite de domingo (7). Segundo informações divulgadas pela família, ele saiu do apartamento onde estava hospedado em Copacabana, na zona sul da cidade e, desde então, não foi mais visto.
Já na segunda-feira (8), responsáveis pelo imóvel ligaram para eles depois que Alejandro não apareceu para fazer o check-out. A família registrou denúncia na polícia brasileira e no consulado argentino no Rio.
O corpo de Alejandro só foi encontrado na quinta-feira (11). O corpo foi encaminhado para a realização de exames periciais, após a possibilidade dele ter sido dopado antes de morrer.
Quem era a vítima
Em suas redes sociais, o argentino Alejandro Aisworth, de 54 anos, fazia diversas postagens sobre viagens, jantares com os filhos e encontros com amigos.
De acordo com seu perfil no LinkedIn, ele era formado em Administração de Empresas e atualmente ocupa o cargo de gerente administrativo nos Laboratórios LIACE.
O turista também era técnico em Eletrocardiograma e especialista en Gestão de Pessoas e Recursos Humanos.
O caso segue investigado pela DHC (Delegacia de Homicídios da Capital).
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo















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