A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (19) a parcela de março do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informa que o valor mínimo do benefício é de R$ 600 e, com adicionais, o valor médio sobe para R$ 683,75. Neste mês, o programa deve alcançar 18,73 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,77 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes, um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Caixa Econômica Federal informa que o beneficiário pode consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Pagamento unificado
Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informa que beneficiários de 171 cidades de nove estados receberam o pagamento nessa quarta-feira (18), independentemente do NIS. A medida incluiu moradores de 126 municípios do Rio Grande do Norte, que enfrentam seca, e moradores de Juiz de Fora, Ubá, Patrocínio do Muriaé e Formiga, em Minas Gerais, afetados por enchentes, além de cidades em outros estados.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Paraná (1), Piauí (1), Rio de Janeiro (4), Roraima (6) e Sergipe (9). Essas localidades foram afetadas por chuvas, por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios está disponível na página do ministério.
Lei 14.601/2023 estabelece que, desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi definida na Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que vivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante a piracema.
Regra de proteção
Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informa que cerca de 2,35 milhões de famílias estão na regra de proteção em março. A regra permite que famílias que consigam emprego e aumentem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Neste mês, o benefício médio para esse grupo é de R$ 368,97.
Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. A mudança abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.











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